Obrigado e até sempre.
29/01/14
27/01/14
24/01/14
Pardais
Da janela do meu escritório a 14 de Janeiro de 2014.
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23/01/14
19/01/14
Dennis Rodman e Marcelo Rebelo de Sousa
Estive fora o dia todo.
No carro não liguei para canais de notícias. Preferi ficar com a "Nostalgia".
Quando cheguei a casa liguei-me à net e entre as "notícia do dia" hesitei entre "a cura de alcoolismo de Marcelo Rebelo de Sousa" e "a desistência de Dennis Rodman a ser candidato presidencial sem o apoio do Passos Coelho".
Assim vamos nós, neste país de faz de conta.
17/01/14
Destruir, destruir, destruir
Os meus pais deram-me a possibilidade de ter acesso ao conhecimento, não só escolar (acabei licenciado no IST) mas também cultural (os livros, o cinema, os museus, etc).
Nesse percurso percebi a importância de os outros também terem direito a esse acesso.
Na minha juventude, infelizmente, vi muitos que não o podiam fazer. E muitos teriam mais qualidades e capacidades do que eu, mas o sistema deixava-os pelo caminho.
Com o 25 de Abril muita coisa mudou para melhor e após 40 anos ainda haverá muito para fazer, corrigindo imperfeições dos sistemas em vigor. Há sempre algo a melhorar.
Agora temos um governo (??) que não procura melhorar o que temos, apenas deseja destruir o que temos.
Um governo (??) e um Presidente que gostam muito de elogiar e destacar o êxito dos nossos desportistas profissionais. Êxitos que devem servir de exemplo aos nossos jovens, dizem eles. Nada contra.
Pena é que não se lembrem de referir personalidades da envergadura do Professor Alexandre Quintanilha e do Professor Manuel Sobrinho Simões.
Uma lástima.
Isto tudo numa semana em que a juventude do CDS apresentou uma moção, no congresso do partido, para reduzir a escolaridade obrigatória.
E não vale virem dizer que a mesma acabou por ser retirada, só o facto de alguns jovens terem formulado tal proposta já nos deveria deixar preocupados.
Com os exemplos que vêm de cima (dos seus iluminados chefes) não me admirava nada que essa moção volte a entrar na agenda política de quem nos desgoverna.
Temos que parar estes desvarios.
13/01/14
A recuperação económica explicada às criancinhas
Antes:
- eu e o Zé comíamos um frango, ou seja, em média cada um comia meio frango, só que só eu é que o comia.
Agora, depois da tão falada recuperação económica:
- eu e o Zé comemos dois frangos, ou seja, em média cada um come um frango, só que o Zé continua a não comer nenhum.
09/01/14
Eusébio + aulas aos sábados + José Sócrates = quantos idiotas há neste país?
Eu vi jogar Eusébio ao vivo.
Eu vi, na televisão, o Portugal 5 - Coreia do Norte 3. Estava convencido que tinha sido num dia de semana, mas afinal foi a um sábado. Ai a memória! Foi em casa do Ernesto, dos poucos que tinha aparelho de televisão em S. Pedro do Estoril, e onde o pessoal se juntava, nesse ano de 1966, para ver os jogos todos.
Em 1966 já andava no Liceu (neste caso no Liceu Nacional de Oeiras). Em Julho já estava de férias, mas recordo ao mais jovens e aos idiotas de todas as idades que durante todo o meu ensino liceal (de 1963 a 1970: 1º em Luanda, no Salvador Correia de Sá e depois em Oeiras) tive aulas ao sábado.
Na Escola Primária já não me recordo. Mas nesses tempos até havia Exame da 4ª classe e Exames de Admissão ao Liceu (e/ou Escola Industrial). Eu fiz o da 4ª classe e o de Admissão ao Liceu, que por acaso foi 3 anos antes do já famoso 26 de Julho de 1966, ou seja a 26 de Julho de 1963, conforme documento abaixo:
O que nós descobrimos quando vamos aos arquivos!!
Mas não é preciso ir aos arquivos para descobrir a quantidade de idiotas que existem neste país.
Idiotas que, logo que José Sócrates abre a pouca, gastam um dos dois neurónios que ainda têm à procura das mentiras.
Idiotas que se calam quando outros mentem com os dentes todos, mas, agora, a esses não se chamam mentirosos, diz-se que têm lapsos ou que estavam distraídos....
Idiotas que se calam quando outros mentem com os dentes todos, mas, agora, a esses não se chamam mentirosos, diz-se que têm lapsos ou que estavam distraídos....
Haja paciência.
06/01/14
Por EUSÉBIO, porque não se calam?
Tive a sorte de poder ver Eusébio jogar ao vivo.
Era um predestinado.
Meter a redondinha no fundo das redes era o seu objectivo.
Quando o conseguia, e foram muitas as vezes, a festa continuava na sua correria pelo relvado.
Foi o único jogador, que eu tenha visto, que ficava ligado ao golo depois de o fazer.
Celebrava o golo de uma forma única. Artística. Plástica. Transformava-se num bailarino.
Só sei falar dele como futebolista que era o que ele era, e dos melhores.
O massacre televisivo, radiofónico e jornalístico a que temos estados sujeitos, desde ontem, não honram a sua memória e os seus feitos.
Calem-se e passem os seus golos, em silêncio... para podermos apreciar um artista único.
05/01/14
02/01/14
01/01/14
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