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24/05/11

A campanha eleitoral vista debaixo de um chaparro ( I )

Os alentejanos são uns gajos limpos e não gostam disto :
Se fazem isto em Évora vou-lhes às trombas. Pensando bem não vou. É chato bater num velhinho como o Jerónimo de Sousa, até as tias da Lapa gostam dele.
Foto daqui .

23/05/11

Para desanuviar : piada não eleitoral

O marido está em casa a ver um jogo de futebol, quando a mulher sai e volta logo a seguir, dizendo-lhe:
- Querido, podes arranjar o meu carro? Ele parou de funcionar assim que saiu da garagem...
- Consertar o teu carro? Estás a ver Fiat escrito na minha testa?

A mulher volta à carga:
- Então podes arranjar a porta do frigorífico? Ela não está a fechar bem...
E ele respondeu:
- Arranjar a porta do frigorífico? Estás a ver Siemens escrito na minha testa?

- Está bem - disse ela. Então podes pelo menos trocar a lâmpada da porta da frente? Ela está queimada há semanas.
E o marido:
- Trocar a lâmpada da porta da frente? Estás a ver Philipps escrito na minha testa? Eu não te aguento mais! Vou para o bar beber umas cervejas!

Assim fez e bebeu durante algumas horas. Entretanto, começou a sentir-se culpado pela forma como tinha tratado a mulher e decidiu voltar para casa e ajudá-la. Ao chegar a casa viu que o carro já estava na garagem e a luz da porta de entrada já funcionava.

Dirigiu-se ao frigorífico em busca de uma cerveja e percebeu que a porta do mesmo também tinha sido arranjada.

- Querida - perguntou ele - como é que todas estas coisas foram arranjadas?
E ela respondeu:
- Bem, quando tu saíste, eu sentei-me lá fora e estava a chorar. Então, apareceu um jovem muito simpático, que me perguntou o que é que me tinha acontecido e eu contei-lhe. Ele ofereceu-se para arranjar tudo, e eu só tinha que escolher entre ir para a cama com ele ou fazer-lhe um bolo.

O marido disse:

- Então, que tipo de bolo é que lhe fizeste, meu amor?
Ao que ela respondeu:
- Helloooooooo! Tu estás a ver 'DANCAKE' escrito na minha testa?

Moral da história:
Marca que não dá assistência...
Abre espaço à concorrência

19/05/11

Compliance

Aqui está uma palavra inglesa para a qual ainda não encontrei uma tradução precisa e vigorosa.
No passado já trabalhei, pelo menos duas vezes, em situações em que o inglês era a lingua de trabalho, mesmo que a maioria dos falantes não fossem nem ingleses nem americanos.
Da última, e já lá vão uns bons 20 anos, compliance era um termo muito utilizado e uma vez pedi, a alguém, cuja lingua mãe era o inglês, uma definição e ele disse-me : to do what is required.
Nunca mais me esqueci.
Tenho-me lembrado do compliance nestes momentos em que Portugal tem que cumprir um acordo assinado  por uma Troika e por responsáveis de pelo menos 3 partidos portugueses que aspiram a governar Portugal depois do 5 de Junho.
Esperava que todos, ou pelo menos os que assinaram o acordo, se centrassem em nos dizer como vamos to do what is required.
Mas para minha surpresa, chamem-me ingénuo, quase todos andam é já a falar de planos B e cenários como o de reestruturar a dívida ( seja lá isso o que for ).
Detesto tipificar o comportamenteo ou atitude dos povos ( o que é isso do povo português ? ) mas sou levado a concluir que uma das nossas características é a dificuldade em dizer : " vamos fazer o que está acordado e no fim fazemos o balanço para tomar novas decisões e medidas".
Não, ainda estamos com a caneta, que assinou o acordo, na mão e já estamos  a dizer que "isso" não vai funcionar.
Eu sei que to comply com o tal acordo vai ser duro, mas a escolha foi nossa, ou seja  do Adão ( o 1º homem ) que preferiu seguir o conselho da serpente e ser expulso do Paraíso. Consta que a Eva ( a 1ª mulher ) também não se importou. Foi uma escolha consciente e contra a vontade de Deus. Ainda bem.

15/05/11

Juvenis e glórias do passado

O PSD para reforçar a equipa de juvenis com que se apresenta às legislativas decidiu convidar umas  glórias do passado.
Não sei se foram glórias mas que são passado, são.

11/05/11

Larga o vinho, Catroga (II)

Decididamente o Prof. Eduardo Catroga deve ter um probelma com o vinho.
Primeiro foi com o IVA do dito .
Hoje parece ser mais grave , tem visões e já compara Sócrates a Hitler .
Como diz o Eduardo Pitta este senhor professor "insulta milhões de portugueses" .
Decididamente o Sr. Professor não leu Mike Godwin :
Mas o Sr. Professor será capaz de pensar ?

10/05/11

Afinal já temos "novo" ministro das Finanças ou não ?

Pedro Passos Coelho ainda não é 1º ministro  e :
- esta manhã já tinha ministro das Finanças ;
- afinal parece que o estafeta ainda não entregou o convite ao "velho" ministro das Finanças .
Será que o estafeta ainda usa uma velha pasteleira ?
Se me permite, Dr. Passos Coelho, dois conselhos :
- use tecnologias de comunicação mais modernas ;
- seja paciente e espere que os eleitores votem, até pode acontecer que não lhe dêem tanto trabalho e fique apenas como deputado da Nação, lugar que muito o honra. Até pode ser que seja eleito Presidente da Assembleia da República em vez do seu ex-futuro candidato Fernando Nobre.

Body language : Paulo Portas foi incapaz de olhar Sócrates olhos nos olhos

Estivesse eu ainda no mundo da consultoria e guardaria um DVD do debate de ontem na TVI, entre José Sócrates e Paulo Portas,  para mostrar aos meus formandos como "the body is the message."
Durante todo o debate Paulo Portas nunca olhou José Sócrates olhos nos olhos quando este o confrontava frontalmente procurando o contacto visual.
Terá sido uma opção deliberada de Paulo Portas ? Se foi, revela que Paulo Portas preparou profissionalmente o debate ( só lhe fica bem ) mas  fez uma má escolha  :
1º -  porque não conseguiu  enervar o adversário, que manteve sempre o mesmo registo apresentando os seus argumentos ;
2º - porque deu um sinal de desrespeito e de falta de confiança nele próprio ;
ou seja não conseguiu o eventual objectivo ( qual ? ) pretendido.
Se não foi uma opção deliberada então diria que o caso fia mais fino. Revela que, das duas uma :
1ª - ou  tem medo do adversário e sabe que olhos nos olhos este o dominará / controlará ;
2ª - ou  tem um fascínio pelo adversário sabendo que este lhe é superior e que gostaria de ser como ele ;
 e que os espectadores se aperceberiam desses sentimentos caso olhasse José Sócrates olhos nos olhos.
Revi o debate ao fim da noite e penso que Paulo Portas o fez deliberadamente já que recorreu a pequenas técnicas, como a de olhar para o  bloco de notas que trazia consigo ou de baixar as sobrancelhas conscientemente, que constam dos manuais.
 Isso não invalida que o fascínio e/ou medo por José Sócrates não fosse revelado a quem assistiu ao debate.
Mais uma vez não deixa de ser curioso que o personagem que alguns dizem estar encurralado, José Sócrates, não dê essa imagem.

* não gosto da expressão formando que uso como tradução de trainee, mas se dissesse " os meus treinados " , alguém perceberia ?

09/05/11

Pedro Passos Coelho, Francisco Louçã, Paulo Portas a mesma luta

Pedro Passos Coelho repete o que já diz há tempos : não negoceio com José Sócrates.
Ontem Francisco Anacleto Louçã descobriu que está disponível para um governo com o PS...mas sem José Sócrates.
Hoje, no debate com José Sócrates, Paulo Portas (com o dedo espetado ) diz : "Saia Sr. candidato José Sócrates." Não do estúdio onde decorria o debate, mas da cena política.
Mas o povo ( seja lá isso o que for ) é danado e ainda é capaz de dar a vitória ao tal gajo com quem ninguém quer negociar.
Com este ódio ao 1º ministro ainda vamos ter um governo PSD + CDS + BE. Qual será a pasta do Dr. Francisco Anacleto Louçã ?
Cruzes canhoto.
Há qualquer coisa que me está a escapar.
Muitos dizem que o povo é estúpido, mas como é ele que vota, se o PS ganha o que eu me vou rir.
Ainda não é proibido, pois não ?

Larga o vinho, Catroga

Logo pela manhã o Prof. Catroga anuncia que o IVA da cerveja não vai poder estar na taxa reduzida e tem que ser aumentado.
Errou o Sr. Professorr. A taxa de IVA da cerveja já está nos 23%.
Corrigiu e disse que afinal falava do vinho .
Como diria o Valupi : " Larga o vinho, Catroga."

Nota : ideias "roubadas"  ao João e ao Miguel

04/05/11

" Portugueses, estão f*d*dos..."

(...) " acabámos de pedir 78 mil milhões de euros emprestados, com juros elevados, os vossos salários vão ser reduzidos e não vai haver 13º mês..." e por aí fora.
Era assim que muitos desejavam ( gostariam ) que José Sócrates tivesse começado hoje a comunicação ao país sobre o acordo com a Troika.
Saiu-lhes o tiro pela culatra, veio dizer que aquilo que muitos andavam a propalar ( desejar ?) que iria  acontecer ( cortes nos salários e 13ª mês, cortes nas pensões mais baixas, despedimentos, etc ) não vai acontecer. Ou seja tranquilizou, para já, as pessoas.
Quer isto dizer que  não existirão medidas duras ? Não.
Isto quer  dizer que quem continua com a iniciativa política é o governo e o Partido Socialista.
Basta ver a reacção, à comunicação do 1º ministro, de um professor de economia de seu nome Eduardo Catroga, independente a falar em nome do PSD ( onde andaria Pedro Passos Coelho , sempre tão lesto a mandar bitaites sobre tudo e nada ?), sabendo que amanhã vai ter que assinar o acordo, isto apesar de não ter recebido resposta às tais famosas 5 cartas que enviou ao governo, como mera manobra de diversão. Foi patética.
Até porque José Sócrates disse  que espera que os outros partidos não façam merda.
Cada vez se percebe melhor porque é que o PSD queria que José Sócrates não fosse reeleito secretário geral do PS. Tem os defeitos que muitos lhe apontam e ainda muitos outros, mas revela uma capacidade de controlar o timing político dos acontecimentos de um verdadeiro mestre.
Estranho é os adversários terem desencadeado uma crise política para a qual não estavam preparados e não terem percebido quem é o adversário que têm pela frente. E quem, ao fim de 6 anos, não só não conhece o terreno que pisa como não conhece o adversário, não está em condições de ganhar eleições e governar.
Mas é contra ele que se têm de defrontar na campanha eleitoral e espero que Pedro Passos Coelho se prepare bem para o debate televisivo que se aproxima... se não arrisca-se a um KO no 6º round. Se for preparado perde à mesma por KO... mas só no 10º round.

02/05/11

Sondagens e vai chamar estúpido a outro

As últimas sondagens sobre as intenções de voto para as Legislativas 2011 têm mostrado uma aproximação do PS ao PSD. Todas colocam a intenção de voto no PS acima dos 30% e uma na casa dos 36%.
A reacção de alguns no PSD  tem sido " ainda há muita gente enganada".
O fazedor de opinião João Pereira Coutinho, no "A Torto e a Direito" - TVI24 de sábado passado, vai mais longe e disse  que as sondagens revelam que ainda há muito povo estúpido, tendo até avançado com a possibilidade de ter " que se mudar o povo ".
Não sei se o Pedro Magalhães me pode esclarecer se há sondagens para medir e/ou estimar a estupidez de um povo. Fico à espera de esclarecimentos.
Mas sei que o que o dito fazedor de opinião quer não é um povo mais inteligente, mas apenas um povo que vote em quem ele ache que se deve votar. Está no seu direito.
Não tem é o direito de considerar estúpidos  alguns dos seus concidadãos lá por não votarem da mesma maneira que ele.
Vá chamar estúpido a outro.

28/04/11

É mais grave do que eu pensava :

O PSD atingiu o estado da indigência intelectual.
O que se compreende. Andaram 6 anos entretidos no ataque e na calúnia a uma pessoa : José Sócrates.
E ao personalizarem desta forma a luta política deixaram de estudar, de reflectir, de discutir ideias.
Não conseguem apresentar 6 ( seis, não peço mais ) ideias articuladas que possam mobilizar seja quem for a votar no partido. Insistem que o que está em causa é correr com José Sócrates. E vão mais longe, dizendo que não negoceiam com o PS se o secretário geral continuar a ser quem é, ou seja, José Sócrates.
É a indigência absoluta.
Há muitos ( não só no PSD ) que dizem que é irrelevante, se não mesmo desnecessário, apresentar um programa eleitoral já que o programa do próximo governo é o pacote que se está a negociar com a Troika.
Mais uma manifestação de indigência intelectual.
Elaborar um programa, seja ele eleitoral ou não, é um processo de aprendizagem pelo qual é necessário passar se queremos concretizar algo. Aprendi isso na escola e depois na vida profissional. É um processo que nos obriga a utilizar os neurónios ( por poucos que sejam, como é o meu caso ) e isso, só por si, já é positivo. Que nos obriga a pensar em cenários e a estudar soluções para esses diferentes cenários. Na maioria  das situações sabemos que não dominamos todas as  variavéis  que afectam esses cenários mas isso é a vida. E quem  pensar que por causa disso não vale a pena elaborar um programa é indigente.
E foi este o estado a que chegou o PSD.
A 5 semanas das eleições legislativas pede-nos que votemos num bando de indigentes.

26/04/11

Programa eleitoral do PSD : dá-me ideia que já percebi a metodologia

Ele há o PSD, que se não existisse tinha que ser inventado.
Que tem um Presidente há 395 dias, de seu nome Pedro Passos Coelho. Depois ainda há a Comissão Politíca e o Conselho Nacional e por aí fora até às concelhias ou seja lá o que for. Pois todas estas alminhas são incapazes de elaborarem um programa eleitoral.
Vai daí constituiram uns 3 ou 4 grupos de reflexão e/ou estudo ou coisa parecida. Parece que com conhecimento do Presidente do Partido.
Hoje, finalmente consegui perceber qual a metodologia para elaborarem o programa eleitoral.
Os tais 3 ou 4 grupos de reflexão e/ou estudo quando pensam que têm as propostas prontas vêm apresentá-las na praça pública.
Se a reacção da opinião pública e publicada é boa é possível que a direcção do Partido as venha a aprovar.
Se a reacção é má... esqueçam dizem os chefes.
Isto promete.
Até agora as propostas têm sido recusadas pela direcção que entretanto se dedica a escrever cartas a pedir esclarecimentos ao Governo sobre as negociações com a Troika.
Por este andar chegam às eleições sem programa

20/04/11

Ainda não houve eleições, mas...

- Pedro Passos Coelho já nomeou o Presidente da Assembleia da República, nas palavras do ex-futuro presidente Fernando Nobre ;
- hoje, fiquei a saber que Pedro Passos Coelho já tem o governo na  cabeça ;

e eu já  sei quando é que o PSD vai apresentar o progama eleitoral.

19/04/11

Entendimentos...

palavra que está na moda.
Muitos ( ex-presidentes e actual , ex-ministros e não só, fazedores de opinião encartados, empresários, banqueiros, etc ) apelam à necessidade de entendimento entre os partidos que aspiram a governar por meio de votos. Sim , porque há outros que também aspiram, em teoria, a governar mas que não através dos votos.
Mas entendimentos significam o fim do debate, da diferença, do confronto de projectos ?
Se sim, então estamos mal.
As eleições servem exactamente para que o confronto de ideias e projectos possa ajudar os eleitores a escolher em consciência.
Quanto mais claras forem as propostas mais fácil será chegar a  entendimentos  posteriormente. Porque poderão ser construidos na base do que é comum entre projectos e apresentar ao Parlamento, entretanto eleito, um programa possivel de executar mobilizando-nos em torno do essencial.
Pensar que entendimentos antes das eleições ajudam os eleitores a escolher e que reduz a abstenção, penso que é um engano.
Uma das qualidades da democracia é sabermos viver com o contraditório, acabar com ele a favor de um pretenso entendimento unanimista e não validado pelos eleitores é uma fraude.
Basta ver os exemplos pela Europa fora. Em muitos dos países não conheço, em detalhe, a situação para me poder pronunciar, mas lembro-me do que se passou o ano passado em Inglaterra.
Os três principais partidos ( Trabalhistas, Liberais e Conservadores ) foram a eleições. Que foram duras. Durante as quais cada um apresentou o seu programa. Os Liberais  ficaram abaixo das previsões mas conseguiram um bom resultado. Nenhum teve maioria absoluta. Os Liberais escolheram aliar-se aos Conservadores. Disseram ao que iam e os Conservadores fizeram o mesmo. Reuniram. Puseram-se de acordo. Apresentaram-no na Câmara do Comuns. Foi aprovado. Estão a governar.
E cá para mim ( mas quem sou eu ? ) espero que nas próximas eleições o debate de ideias seja duro e clarificador e que o mesmo não impeça entendimentos posteriores.
Claro que para muitos isso é difícil, já que passaram os últimos 6 anos entretidos com ataques pessoais ao actual 1º ministro que espero bem não caia na armadilha e que saiba, caso vença, promover os entendimentos necessários para que possamos corrigir a actual situação de forma a que os os cidadãos possam participar na vida política de uma forma diferente e mobilizadora.

18/04/11

A minha proposta de Revisão Constitucional *

Na Parte III - Organização do poder político, o actual Título III - Assembleia da República será substituido pelo Título III - Presidente da Assembleia da República.
Deixo o articulado do estatuto, direitos e deveres para os ornitorrincos ( que até parecem uns bichos simpáticos ) constitucionalistas.
 Proponho, para já, os seguintes artigos :
- O Presidente da Assembleia da República é eleito por sufrágio universal, directo e secreto dos cidadãos portugueses eleitores recenseados no território nacional, bem como dos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro.
- São elegíveis os cidadãos portugueses independentes e não filiados em qualquer partido, maiores de 18 anos desde que não sejam ornitorrincos.
- As candidaturas para Presidente da Assembleia da República são propostas por um mínimo de 7500 ornitorrincos.
- O Presidente da Assembleia da República é eleito apenas em anos bissextos.

Aceitam-se sugestões.
* não foi roubada a nenhum grupo de trabalho do PSD

Nobre Silogismo

- Sou candidato a deputado.
- Demito-me se não for eleito Presidente da Assembleia da República.
Logo : não tenho apego ao poder.

17/04/11

A democracia está mal, dizem alguns...

mas quando temos :
- um Nobre ( Fernando, "O da cidadania" ) a dizer livremente disparates ;
-  mais um Otelo ( o Saraiva de Carvalho, nada de confusões ) a insultar-nos livremente ;
- e ainda um Pinto ( o Marinho dos advogados ) a apelar livremente à abstenção;
e tudo isto com  cobertura jornalística, nas primeiras páginas, digo para os meus botões :
 " Abençoada democracia que dá voz a tantos idiotas."

15/04/11

386 dias

depois de ter sido eleito Presidente do PSD consta que Pedro Passos Coelho anda à procura de esqueletos em armários alheios.
Mas de programa de governo, nada.

13/04/11

A superioridade moral dos independentes

Insisto : ser independente não é uma qualidade é uma característica.
A prova : Fernando Nobre .