30/04/11

Para desanuviar, uma curtinha :

O telefone toca, à noite...
Marido:
- Se for para mim, diga que eu não estou em casa.
Mulher atende e diz:
- Ele está em casa.
Marido exclama:
- Mas... que diabo!
Mulher:
- Era para mim!...

29/04/11

Abaixo de cão

O cão cá de casa ( o já famoso Coffee ) a olhar para o Miguel Relvas depois de ter lido estas declarações e a pensar : " Mereces que eu te abocanhe ? "
Disse-lhe : " Não te desgraces, Coffee, a ração Pedigree é mais saborosa."

Nota : a foto é com um pássaro porque cá em casa não há vermes.

Em dia de casamento real (II) :

Acerte o relógio pelo desenrolar das cenas programadas pelo protocolo real britânico.
Se o seu relógio marcava 11h 01m quando Kate chegou a Westminster Abbey... o seu relógio estava adiantado. Eram 11 h.
Se marcava 13h 24 quando William e Kate apareceram à varanda de Buckingham Palace...o seu relógio estava atrasado. Eram 13h 25m.

Em dia de casamento real,

impõe-se uma pergunta fundamental :
- o que levará a Rainha Isabel II dentro da sua malinha de mão ?

28/04/11

É mais grave do que eu pensava :

O PSD atingiu o estado da indigência intelectual.
O que se compreende. Andaram 6 anos entretidos no ataque e na calúnia a uma pessoa : José Sócrates.
E ao personalizarem desta forma a luta política deixaram de estudar, de reflectir, de discutir ideias.
Não conseguem apresentar 6 ( seis, não peço mais ) ideias articuladas que possam mobilizar seja quem for a votar no partido. Insistem que o que está em causa é correr com José Sócrates. E vão mais longe, dizendo que não negoceiam com o PS se o secretário geral continuar a ser quem é, ou seja, José Sócrates.
É a indigência absoluta.
Há muitos ( não só no PSD ) que dizem que é irrelevante, se não mesmo desnecessário, apresentar um programa eleitoral já que o programa do próximo governo é o pacote que se está a negociar com a Troika.
Mais uma manifestação de indigência intelectual.
Elaborar um programa, seja ele eleitoral ou não, é um processo de aprendizagem pelo qual é necessário passar se queremos concretizar algo. Aprendi isso na escola e depois na vida profissional. É um processo que nos obriga a utilizar os neurónios ( por poucos que sejam, como é o meu caso ) e isso, só por si, já é positivo. Que nos obriga a pensar em cenários e a estudar soluções para esses diferentes cenários. Na maioria  das situações sabemos que não dominamos todas as  variavéis  que afectam esses cenários mas isso é a vida. E quem  pensar que por causa disso não vale a pena elaborar um programa é indigente.
E foi este o estado a que chegou o PSD.
A 5 semanas das eleições legislativas pede-nos que votemos num bando de indigentes.

27/04/11

Razões ( em 16 fotos) para não viver em Lisboa

 
            

 
 
 
 
 
 
Almoçar borrego no campo alentejano, na 2ª feira de Páscoa. Este ano foi ensopado. Começámos à uma da tarde. Acabámos às 9 da noite. Fez sol. Choveu. Voltou a fazer sol. E, já me esquecia, as cabeças ( pois os borregos eram dois ) foram assadas na brasa. Uma delícia.

Round three : preparativos

Ainda nas salas de imprensa : José Mourinho vs Pep Guardiola
O jogo a sério é hoje às 19h 45m na RTP1.

26/04/11

Programa eleitoral do PSD : dá-me ideia que já percebi a metodologia

Ele há o PSD, que se não existisse tinha que ser inventado.
Que tem um Presidente há 395 dias, de seu nome Pedro Passos Coelho. Depois ainda há a Comissão Politíca e o Conselho Nacional e por aí fora até às concelhias ou seja lá o que for. Pois todas estas alminhas são incapazes de elaborarem um programa eleitoral.
Vai daí constituiram uns 3 ou 4 grupos de reflexão e/ou estudo ou coisa parecida. Parece que com conhecimento do Presidente do Partido.
Hoje, finalmente consegui perceber qual a metodologia para elaborarem o programa eleitoral.
Os tais 3 ou 4 grupos de reflexão e/ou estudo quando pensam que têm as propostas prontas vêm apresentá-las na praça pública.
Se a reacção da opinião pública e publicada é boa é possível que a direcção do Partido as venha a aprovar.
Se a reacção é má... esqueçam dizem os chefes.
Isto promete.
Até agora as propostas têm sido recusadas pela direcção que entretanto se dedica a escrever cartas a pedir esclarecimentos ao Governo sobre as negociações com a Troika.
Por este andar chegam às eleições sem programa

Se não estou enganado...

o critério para a NATO "limpar" os céus libíos foi o de que Kadafi estava a massacrar civis.
Deve ser porque o Sr. Bashar al-Assad não utiliza aviões para o fazer.

Quando todos chamaram foleiro a Cavaco Silva

e quase ninguém se importou.

25/04/11

Onde estava Saul Bellow no 25 de Abril de 1974 ?

Não sei nem me interessa..
Mas sei que em 1944 escreveu "Dandling Man " e que, na nas páginas 167 e 168 ( da edição Penguin Modern Classics ), Joseph, o protagonista, dizia :
" We are afraid to govern ourselves. Of course. It is so hard. We soon want to give up our freedom. It is not even real freedom, because it is not accompanied by comprehension. It is only a preliminary condition of freedom. But we hate it. And soon we run out, we choose a master, roll over on our backs and ask for the leash."
E 37 anos depois continuamos com medo de querermos governar-nos a nós próprios. Descemos disciplinadamente as avenidas com cravos na lapela. Cantamos e gritamos palavras de ordem vazias de conteúdo e muitos gostariam de voltar a ter um mestre que lhes dissesse o que tinham que fazer , em vez de pensarem por eles próprios. Dizem gostar da liberdade mas têm medo dela.

22/04/11

Let's Call the Whole Thing Off


Alentejo. Ontem, ao fim da tarde. Boa Páscoa.

21/04/11

Vá para a puta que o

pariu

Cópia ( de uma maravilha )



Roubado à Elodie que foi buscar esta maravilha à Yuzuke Suzuki .

20/04/11

Sabia que

o penalti só foi introduzido nas regras do futebol em 1890 ?

Ainda não houve eleições, mas...

- Pedro Passos Coelho já nomeou o Presidente da Assembleia da República, nas palavras do ex-futuro presidente Fernando Nobre ;
- hoje, fiquei a saber que Pedro Passos Coelho já tem o governo na  cabeça ;

e eu já  sei quando é que o PSD vai apresentar o progama eleitoral.

Round two

Hoje é dia de Real Madrid - Barcelona, para a final da Copa del Rey (clicar)

19/04/11

Entendimentos...

palavra que está na moda.
Muitos ( ex-presidentes e actual , ex-ministros e não só, fazedores de opinião encartados, empresários, banqueiros, etc ) apelam à necessidade de entendimento entre os partidos que aspiram a governar por meio de votos. Sim , porque há outros que também aspiram, em teoria, a governar mas que não através dos votos.
Mas entendimentos significam o fim do debate, da diferença, do confronto de projectos ?
Se sim, então estamos mal.
As eleições servem exactamente para que o confronto de ideias e projectos possa ajudar os eleitores a escolher em consciência.
Quanto mais claras forem as propostas mais fácil será chegar a  entendimentos  posteriormente. Porque poderão ser construidos na base do que é comum entre projectos e apresentar ao Parlamento, entretanto eleito, um programa possivel de executar mobilizando-nos em torno do essencial.
Pensar que entendimentos antes das eleições ajudam os eleitores a escolher e que reduz a abstenção, penso que é um engano.
Uma das qualidades da democracia é sabermos viver com o contraditório, acabar com ele a favor de um pretenso entendimento unanimista e não validado pelos eleitores é uma fraude.
Basta ver os exemplos pela Europa fora. Em muitos dos países não conheço, em detalhe, a situação para me poder pronunciar, mas lembro-me do que se passou o ano passado em Inglaterra.
Os três principais partidos ( Trabalhistas, Liberais e Conservadores ) foram a eleições. Que foram duras. Durante as quais cada um apresentou o seu programa. Os Liberais  ficaram abaixo das previsões mas conseguiram um bom resultado. Nenhum teve maioria absoluta. Os Liberais escolheram aliar-se aos Conservadores. Disseram ao que iam e os Conservadores fizeram o mesmo. Reuniram. Puseram-se de acordo. Apresentaram-no na Câmara do Comuns. Foi aprovado. Estão a governar.
E cá para mim ( mas quem sou eu ? ) espero que nas próximas eleições o debate de ideias seja duro e clarificador e que o mesmo não impeça entendimentos posteriores.
Claro que para muitos isso é difícil, já que passaram os últimos 6 anos entretidos com ataques pessoais ao actual 1º ministro que espero bem não caia na armadilha e que saiba, caso vença, promover os entendimentos necessários para que possamos corrigir a actual situação de forma a que os os cidadãos possam participar na vida política de uma forma diferente e mobilizadora.

Census 2011 : uma falha imperdoável

Tantas críticas ao Census 2001 e agora, que já o entreguei, lamento que ninguém tenha protestado pelo facto de não se inquirir a preferência clubística dos cidadãos.
Ficava resolvida de vez uma certeza : 60 % , para mais, dos portugueses são benfiquistas.