17/11/15

Ainda Paris: nada melhor que os ingleses para nos levantar a moral


Rues de mon Paris


Eu, Eu, Eu, Eu....e ainda Eu

Ó mEu, tu não estiveste 5 meses em gestão, o governo e o país é que estiveram.
E a comparação com a actual situação é despropositada.
Mas como Aníbal Cavaco Silva (o "Eu") só pensa nele continua a arrastar a situação de uma forma inaceitável.
Não pelos argumento dos outros mas pelos argumentos do próprio. Lembram-se: "Eu tenho todos os cenários estudados.";  "A palavra agora é do parlamento"; "Os partidos têm que se entender."; "Há que ter estabilidade."...and so on, and so on.
Um Presidente que não pensa nos cidadãos e nas instituições é um Eusinho.

Paris canaille


16/11/15

Sous le ciel de Paris


Les prénoms de Paris


Le soleil qui se lève
Et caresse les toits
Et c´est Paris le jour
La Seine qui se promène
Et me guide du doigt
Et c´est Paris toujours
Et mon cœur qui s´arrête
Sur ton cœur qui sourit
Et c´est Paris bonjour
Et ta main dans ma main
Qui me dit déjà oui
Et c´est Paris l´amour
Le premier rendez-vous
A l´île Saint-Louis
C´est Paris qui commence
Et le premier baiser
Volé aux Tuileries
Et c´est Paris la chance
Et le premier baiser
Reçu sous un portail
Et c´est Paris romance
Et deux têtes qui tournent
En regardant Versailles
Et c´est Paris la France

Des jours que l´on oublie
Qui oublient de nous voir
Et c´est Paris l´espoir
Des heures où nos regards
Ne sont qu´un seul regard
Et c´est Paris miroir
Rien que des nuits encore
Qui séparent nos chansons
Et c´est Paris bonsoir
Et ce jour-là enfin
Où tu ne dis plus non
Et c´est Paris ce soir
Une chambre un peu triste
Où s´arrête la ronde
Et c´est Paris nous deux
Un regard qui reçoit
La tendresse du monde
Et c´est Paris tes yeux
Ce serment que je pleure
Plutôt que ne le dis
C´est Paris si tu veux
Et savoir que demain
Sera comme aujourd´hui
C´est Paris merveilleux

Mais la fin du voyage
La fin de la chanson
Et c´est Paris tout gris
Dernier jour, dernière heure
Première larme aussi
Et c´est Paris la pluie
Ces jardins remontés
Qui n´ont plus leur parure
Et c´est Paris l´ennui
La gare où s´accomplit
La dernière déchirure
Et c´est Paris fini
Loin des yeux loin du cœur
Chassé du paradis
Et c´est Paris chagrin
Mais une lettre de toi
Une lettre qui dit oui
Et c´est Paris demain
Des villes et des villages
Les roues tremblent de chance
C´est Paris en chemin
Et toi qui m´attends là
Et tout qui recommence
Et c´est Paris je reviens.

14/11/15

À PARIS


A Paris
Quand un amour fleurit
Ca fait pendant des s'maines
Deux coeurs qui se sourient
Tout ça parce qu'ils s'aiment
A Paris
Au printemps
Sur les toits les girouettes tournent
Et font les coquettes
Avec le premier vent
Qui passe indifférent
Nonchalant
Car le vent
Quand il vient à Paris
N'a plus qu'un seul souci
C'est d'aller musarder
Dans tous les beaux quartiers
De Paris
Le soleil, qui est son vieux copain
Est aussi de la fête
Et comme deux collégiens
Ils s'en vont en goguette
Dans Paris
Et la main dans la main
Ils vont sans se frapper
Regardant en chemin si Paris a changé.

Y a toujours
Des taxis en maraude
Qui vous chargent en fraude,
Avant le sationnement
Où y a encore l'agent des taxis
Au café, on voit n'importe
Qui qui boit n'importe quoi
Qui parle avec ses mains
Qu'est là depuis l'matin
Au café
Y a la Seine
A n'importe quelle heure
Ellle a ses visiteurs
Qui lla r'gardent dans les yeux
Ce sont ses amoureurx, à la Seine
Et y ceux, ceux qui ont fait leur lit
Près du lit de la Seine
Et qui s'lavent à midi,,
Tous les jours de la s'maine, dans la Seine

Et les autres, ceux qui en ont vu d'trop
Et qui veulent oublier, alors, ils'jettent à l'eau
Mais la Seine,
Ellle préfère
Voir les jolis bateaux naviguer sur elle
Et au fil de son eau, jouer aux caravelles, sur la Seine
Les ennuis, y'en a pas qu'à Paris,
Y'en a dans l'monde entier
Oui, mais dansl'monde entier,
Y'a pas partout Paris
V'là l'ennui
A Paris, au quatorze juillet
A la lueur des lampions
On danse sans arrêt
Au son d'l'accordéon
Dans les rues

Depuis qu'à Paris
On a pris la Bastille
Dans tous les faubourgs
Et chaque carrefour,
Il y a des gars et il y a des filles
Qui, , sans arrêt, sur les pavés
Nuit et jour, font des tours
Et des tours
A Paris !

Atenas, 2004: a final dos 100m


12/11/15

Mais uma (ou duas) de D. Manuel Clemente

Acabei de ouvir, num dos telejornais, D. Manuel Clemente afirmar (e cito de memória). "Que como cidadão estou muito preocupado com a falta de clareza do acordo dos partidos de esquerda."
Pois, D. Manuel Clemente, e se se preocupasse com a clareza (ou falta dela) da Igreja Portuguesa?
Num momento político como o que estamos a viver estava à espera que as palavras do sucessor de Pedro (o Papa Francisco) sobre a brutalidade do actual sistema de exploração dos mais fracos o tivessem inspirado.
Ninguém levaria a mal, D. Manuel Clemente,  que tivesse dito que tinha esperança que um futuro governo deveria repor os níveis mínimos de dignidade de quem trabalha.
Mais uma vez a Igreja Portuguesa alinha com o poder...quando ele é de direita.

Nota: tentei encontrar na imprensa escrita referência à citação que faço de memória. Não encontrei. Mas encontrei mais uma pérola de D. Manuel Clemente. Desta vez sobre os feriados. Diz Sua Eminência "que repor feriados civis e não os religiosos é laicização excessiva da sociedade."

Atlanta, 1996: a final dos 100m


11/11/15

Um Presidente (??) que só pensa nele

E as eleições legislativas já foram há 38 dias.
Antes das ditas o Sr. Presidente (??) Aníbal Cavaco Silva dizia que tinha estudado todas as alternativas.
Afinal parece que não.
Numa 1ª fase pede a Pedro Passos Coelho para ver se consegue formar governo. Os dias foram-se passando. Depois ouviu os partidos e mais ninguém. De seguida indigita Pedro Passos Coelho para formar um governo que na altura já se sabia que ia cair, mas tudo bem, a democracia também tem os seus formalismos e foi pedagógico ver o governo do Pedro e do Paulo cair na Assembleia da República com todos os votos contra dos não PáF.
Agora parece que Sua Exa. o Presidente (??)  vai ouvir não só os partidos mas tudo o que mexe ao de cima da terra (até o Sr. Travassos, dono da pastelaria da vila onde bebo o meu café matinal (+ a Água das Pedras), me disse que tinha sido convocado) e os dias vão passando.
Para quem disse que tinha estudado todas as alternativas e que a última palavra cabia ao parlamento, não está mal!
Será que o Sr. Presidente (??) não tem o sentido das prioridades e da urgência?
Parece que não.
Será que o Presidente (??) não percebe que quanto mais tarde der posse a um governo pior estará a situação e que defrauda a expectativa de milhões de cidadãos que aguardam com esperança a inversão de um ciclo de empobrecimento? 
Parece que não.
Parece que quer, como sempre, ficar bem na fotografia para mais tarde dizer: "Eu não vos tinha dito?"
Temos um Presidente (teremos?) que só pensa nele (e nos dele). Uma tristeza.

In Flanders Fields - Lest We Forget


Poema de John McCrae

We are the Dead, short days ago
We lived, felt dawn, saw sunset glow,
Loved and were loved, and now we lie
In Flanders fields

Barcelona, 1992: a final dos 100m


09/11/15

Governo de esquerda??!! Estou tranquilo:

hoje fui almoçar à Versailles, em Lisboa, e o Dr. Medina Carreira também lá estava, ou seja não emigrou perante a "ameaça" do novo governo de esquerda.

Los Angeles, 1984: a final dos 100m