Enquanto criança e adolescente, fui de um tempo em que não se devia fazer perguntas.
Até parecia mal, diziam alguns.
Na escola, liceu e mesmo universidade fazer perguntas era sinal de ignorância, diziam muitos lentes e progenitores.
Mais tarde, e já a trabalhar, alguém me disse:
"Não há perguntas estúpidas, só respostas."
Passou a máxima cá em casa...até as minhas filhas a adoptaram!!
Hoje, vivemos um tempo em que quem nos governa (a nível local, nacional e europeu) parece não gostar que lhe façam perguntas.
Pois a mim apetece-me continuar a fazê-las.
Sinal de que estou vivo e ainda não senil.
Pena que as respostas, quando as há, sejam estúpidas...a maior parte das vezes.